Ma oê...Em tempos de discussões sobre reformas tributárias e justiça fiscal, uma pergunta de R$ 1,9 bilhão não quer calar nos bastidores jurídicos; se o Fisco "quer dinheiro", onde está a DARE (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais) referente à sucessão de grandes fortunas brasileiras, como a do próprio Silvio Santos?A resposta, caros colegas, não está em um processo de inventário, mas na sofisticada arquitetura de uma Holding Familiar.A "mágica" é simples. O patrimônio bilionário, que deveria ser objeto de um inventário público e de um ITCMD igualmente vultoso, é integralizado em uma pessoa jurídica.A sucessão deixa de ser uma herança e se torna uma silenciosa e privada transferência de quotas, muitas vezes com o imposto minimizado ou diferido.Enquanto isso, o cidadão comum, para partilhar um único imóvel, enfrenta a via-crúcis do inventário, com o leão do ITCMD rugindo alto e sem cerimônias.A conclusão é ácida, parece que temos um tributo…
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